Oportunidades em tempos de crise

“Por trás de todo problema existe uma oportunidade brilhantemente disfarçada.” – John Gardner

Olá,
Primeiramente não quero que você entenda que a desgraça de uns é o sucesso de outros. Não, não é isso. Não somos e não podemos ser insensíveis a este ponto. 

O que desejamos é auxiliar os empresários a manterem seus negócios, e enxergarem as mudanças antes de seus concorrentes. Por que as crises geram mudanças de comportamento que irão afetar as empresas.
 
O que está acontecendo na internet?

O uso da Internet em todo o mundo está aumentando, por exemplo, a Itália registrou um aumento de 70% no tráfego da Internet.
Os consumidores que estiverem em casa mais do que o normal conduzirão as vendas de comércio eletrônico em categorias mais específicas, 
como bens de consumo, produtos de mercearia e itens de primeira necessidade.
Na China, depois que o país implementou medidas de isolamento em todo o país, o número médio de downloads semanais de aplicativos nas duas primeiras semanas 
de fevereiro aumentou 40% em comparação com a média de todo o ano de 2019,
Mais empresas estão migrando para a plataforma Online. Empresas físicas agora estão criando lojas on-line.

Alguns acreditam que esse novo comportamento dos clientes não é temporário; na verdade, ele pode converter as pessoas permanentemente a expressar esse tipo de comportamento de compra.
     
Dicas para ajudar sua empresa no momento:

O Chat de atendimento da sua página pode ajudar a iniciar imediatamente uma conversa com cada cliente.
Também é um bom momento para experimentar o WhatsApp para negócios, a comunicação é muito importante e você precisa utilizar todos os canais
onde estão seus potenciais clientes.
E obviamente ter uma loja virtual profissional que permita opções de meios de pagamento e regras flexíveis para fretes.

É importante manter a calma neste momento, se você tiver agendado compromissos, 
entre em contato com seus clientes e confirme se eles estão dispostos a reagendar.
Foque no reagendar e não em cancelar. Cancelar vendas, projetos é ruim para todos.

Se você não tem uma loja virtual profissional esse é o momento!

A Loja Mestre é uma empresa focada em solução profissional de e-commerce.  Somos uma empresa que atua desde 2006 no mercado, com sólida atuação e reputação excepcional no mercado.

Oferecemos a todos os interessados em abrir uma loja virtual, um teste gratuito do sistema e preços justos.

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E-commerce Home Office

Com certeza quando se fala em e-commerce muitos relacionam o trabalho home office quando se está começando uma loja virtual. Isso é realmente muito comum até por uma questão financeira. Trabalhar de casa com sua loja virtual é algo ideal para quem está começando e tem uma estrutura pequena de estoque.

Porém nem tudo é uma maravilha, um sonho e um paraíso. Home Office exige e requer muita disciplina, e acredito não é todos que conseguem se adaptar ao trabalho home office.

Eu trabalho de casa desde 2006, e acreditem no começo foi muito complicado. Eu era proprietário de uma loja de rua de informática a 8 anos. Quando iniciei a plataforma de e-commerce Loja Mestre, comecei trabalhando em home office. E essa mudança radical para home office, sem um contato físico diário com pessoas foi complicada. Na época minha esposa trabalhava fora e eu ficava o dia inteiro em casa sozinho. A solução é isso é até uma dica muito válida para quem tiver dificuldades de adaptação é adotar um pet para lhe fazer companhia. Acho que talvez eu que teria ficado louco se não tivesse adotado um cãozinho.

Outro ponto que me recordo que no começo foi uma grande dificuldade, meus familiares, na época não entendiam muito bem o que era um home office e que de fato eu estava trabalhando, apesar de estar em casa. Então me pediam para ir fazer tarefas para eles, afinal eu estava sem fazer nada em casa….

E com minha experiência, eu gostaria de compartilhar algumas dicas sobre como trabalhar em casa. O mais importante de tudo é que você precisa observar alguns detalhes para que realmente seu trabalho home office seja eficiente e produtivo:

  1. Tenha uma local adequado para trabalhar, com uma mesa e cadeiras ergonômicas adequadas que lhe propiciem conforto para passar horas trabalhando.
  2. Tenha um local, arejado, silencioso que lhe permita se concentrar no seu trabalho.
  3. Respeite os horários, seja rígido consigo mesmo, se você não levar o seu trabalho a sério, ninguém mais levará.
  4. Seja acima de tudo profissional. Nunca trabalhe de pijama, separe hora de trabalhar, de hora de relaxar.

Desejo boa sorte em seu trabalho de home office, ainda mais se você for cliente da Loja Mestre!

Site da Loja Mestre www.lojamestre.com.br

Passos para abrir uma loja virtual

Como abrir uma loja virtual, passo a passo

Neste artigo, gostaríamos de auxiliar e trazer informações a você leitor de “como abrir uma loja virtual”, de uma forma muito sucinta, clara e amigável.

Primeiramente é importante deixarmos claro para os leitores mais desavisados, o que é uma loja virtual. Uma loja virtual é um site que permite que um cliente entre, se cadastre, escolha os produtos, calcule o frete e faça o pagamento.
Uma loja virtual também dispõem de uma administração, por onde o “lojista” faz a administração dos produtos e vendas da sua loja virtual. Entenda-se administração por cadastro e atualização de produtos (preços, estoques, fotos, descrição), e gerenciamento de vendas e pagamentos.

Explicado o que é uma loja virtual, agora podemos seguir adiante e explicar como você pode abrir a sua loja virtual.

1) Planejamento da loja virtual

Sem dúvida é o primeiro e mais importante passo e onde a maioria das pessoas falha. No planejamento você irá definir o que irá vender, encontrar fornecedores, definir nome de sua loja, pesquisar concorrentes, e realizar um planejamento financeiro e estratégico para sua loja virtual. Não iremos entrar em detalhes porque este não é nosso objetivo. Se você quiser mais informações sobre isso: https://cursoecommercecompleto.com.br 
Importante: A Loja Mestre não oferece os produtos que você irá vender. Encontrar fornecedores é sua responsabilidade.

2) Registro do domínio

Você precisa ter um endereço na internet para ter a sua loja virtual, por exemplo: “www.lojamestre.com.br”.
Então você deve pesquisar os domínios disponíveis e registrar um. Isso pode ser feito em www.registro.br ou www.google.com/domains Normalmente o registro do domínio custa em torno de R$ 40,00 por ano.
Nossa sugestão é que você mesmo efetue o registro ou peça que alguém efetue o registro em seu nome com seu e-mail.

3) Contratação da plataforma de loja virtual

Agora que você já tem um endereço / domínio você deve escolher a plataforma de loja virtual que irá utilizar. Obviamente recomendamos a Loja Mestre plataforma de loja virtual. Nossa plataforma de loja virtual é realmente profissional e com preço acessível, logo é uma escolha muito adequada. 
Quando estiver pesquisando a plataforma de loja virtual, observe se a mesma cobra por tráfego / visualizações, se possuí mensalidades fixas, se cobra comissão sobre as vendas e principalmente a reputação da plataforma em sites de reclamação. 
Evite economizar na plataforma, pois ela é a base de todo trabalho, economizar R$ 30,00 por mês no base de tudo, é um erro que pode custar muito caro mais para frente.

4) Alimentação e configuração da plataformade loja virtual

Neste ponto a sua loja virtual deve estar no ar e acessível para você começar a trabalhar nela. Recomendamos fortemente que você siga os seguintes passos: 

4.1) Faça a configuração básica da loja com seus e-mails e dados 
4.2) Cadastre a estrutura de produtos e produtos
4.3) Configure os meios de pagamento 
4.4) Configure os meios de envio
4.5) Configure o layout (logotipo, banners, cores da loja). 

5) Teste a plataforma

É importante que você teste a sua loja virtual, teste todas as formas de envio e pagamento aceitas e ativas na loja. Certifique-se que esteja tudo funcionando antes de divulgar a loja. Isso também é muito importante para você saber como a loja funciona, para poder auxiliar os clientes que lhe contactar com dificuldades no processo de compra.

6) Divulgue a loja virtual

Essa sem dúvida é a parte mais complicada e mais dispendiosa de tempo e dinheiro. A divulgação da loja virtual é a chave para o sucesso, sem divulgação sua loja por mais bonita que esteja, não irá vender nada.
Divulgação é um assunto complexo e extenso, a Loja Mestre não faz a divulgação das lojas virtuais, mas possuí várias ferramentas que auxiliam neste processo. Recursos de SEO, integração com serviços de marketing como Mailchimp, Marketplaces, etc…
Tudo isso é importante, porém cada caso é um caso. O que serve e funciona para uma loja virtual, pode não servir para a sua. No primeiro ponto de planejamento, na pesquisa dos concorrentes é importante analisar o que eles fazem de divulgação. 
Em https://cursoecommercecompleto.com.br existe muita informação, um capítulo inteiro sobre divulgação de lojas virtuais que sem dúvida irá lhe ajudar muito.

Abordado estes pontos, é importante ainda ressaltar que estes são os passos básicos para abrir uma loja virtual. Uma vez executados estes passos o trabalho é continuo de administração, de divulgação.

Fonte: LOJA MESTRE

E-commerce com seriedade e ética

E-commerce com seriedade e ética

Sistemas de e-commerce não são todos iguais! Existem dezenas de sistemas de loja virtual no mercado, porém a grande maioria é falha e deficiente principalmente no suporte.

A Loja Mestre se destaca justamente por sua confiabilidade e suporte ágil e eficiente.

Mude sua loja virtual para a Loja Mestre! Oferecemos um teste gratuito sem custo e sem compromisso onde você pode certificar que nosso sistema é 100% funcional e qualificado. #ecommerceprofissional #lojamestre #montarlojavirtual

 

E-commerce com seriedade e ética
E-commerce com seriedade e ética

 

Imagine o custo de montar uma loja virtual em um sistema que não irá lhe atender, ou que é problemático. Investir tempo, dinheiro, perder indexação de páginas. As vezes economizar R$ 30,00 por mês no inicio, não representa absolutamente nada comparado ao tamanho do prejuízo que você tem ao mudar de plataforma de e-commerce.  O detalhe é que investir em um plataforma confiável desde o início de sua loja virtual é INVESTIMENTO a médio e longo prazo e não um CUSTO a mais.

Se você opta por uma plataforma confiável, com suporte e principalmente escalonável, que permite que você cresça e tenha recursos adequados para ajudar você no crescimento e recursos que lhe atendam quando você já tem um grande volume de vendas, sem a necessidade de trocar de plataforma, porque ficou lenta ou porque não lhe atende mais.

Invista corretamente desde o início em uma plataforma de e-commerce realmente séria e profissional.

Black Friday 2018: prepare o seu e-commerce

Black Friday 2018: prepare o seu e-commerce

A data da Black Friday 2018 já está marcada: 23 de novembro.

Estabelecida no calendário nacional como um dos períodos mais importantes para o varejo, a data representa uma excelente oportunidade de vendas para o e-commerce.

Porém, para que sua loja consiga aproveitar o evento de forma adequada, é importante preparar-se com antecedência. Para ajudá-lo, selecionamos para este post algumas dicas sobre como o e-commerce deve se organizar para o período. Acompanhe!

Por que investir na Black Friday?

Antes das ações práticas, vamos mostrar porque é imprescindível investir em ações para a Black Friday. Primeiro, é importante ter em mente que os consumidores brasileiros já se programam para a data. Principalmente no caso de itens de ticket médio mais elevado, é comum que as pessoas adiem as compras, aguardando as ofertas que costumam aparecer no período.

Esse interesse das pessoas significa que, invariavelmente, haverá nesse período aumento no tráfego da internet. Como o varejo online também investe forte no evento, é fácil concluir que crescem as chances de a sua loja conseguir ampliar sua base de clientes, alcançando um público diferente do usual.

Essa movimentação em torno da Black Friday tem refletido positivamente nos números do segmento de e-commerce. Para se ter ideia, vejamos os dados de 2017:

– O volume de vendas chegou a R$ 2,4 bilhões, o que representou um crescimento de 16% em relação aos volumes registrados em 2016.

– Estudo realizado pela Social Miner detectou uma mudança importante: em 2017 tivemos mais clientes novos fazendo compras na Black Friday (53%) do que recorrentes (47%). Essa é uma informação relevante, uma vez que comprova o aumento do interesse dos brasileiros pela data.

– As pesquisas mostram que a conversão das lojas é maior (o acréscimo chega a 46%) no dia D do evento, confirmando a história de que as pessoas se programam para realizar suas compras nessa época.

Se ainda tem dúvidas a respeito da necessidade de preparar a sua loja, preste atenção nesse outro dado: a despeito das dificuldades enfrentadas pelo país em 2018, os resultados do e-commerce foram positivos no primeiro semestre deste ano.

Os dados da E-bit/Nielsen indicam que o setor alcançou um faturamento de R$ 23,6 bilhões, um aumento de 12, 1% quando comparamos com os volumes registrados no mesmo período de 2017.

No caso do volume de pedidos, a expansão foi de 8% e, com isso, ultrapassamos a marca dos 54,4 milhões.

Como a Back Friday costuma turbinar os resultados do e-commerce, faz todo o sentido imaginar que a data baterá novos recordes no Brasil, beneficiando quem se organizar com antecedência.

Como preparar a sua loja para vender mais na Black Friday?

Entendida a importância da data, vale o alerta: a concorrência também está atenta à essa movimentação, então, é fundamental que você consiga sair na frente, organizar a sua operação. Vamos ver algumas questões práticas:

Planeje-se!

Pode parecer óbvio, mas muitas empresas perdem negócios no período da Black Friday porque não se planejam. É importante pensar com antecedência numa estratégia que possa tornar a sua loja mais atrativa.

Avalie com atenção o seu estoque de produtos e veja quais itens devem ser mais bem trabalhado. Não se engane, o consumidor nessa época está sim atrás de promoções. Pense nisso: o que você pode fazer para oferecer condições de preço mais adequadas no período?

Como ainda temos algum tempo até o evento, quem sai na frente consegue negociações mais vantajosas do ponto de vista financeiro. E isso vale tanto para os seus fornecedores, como para os parceiros das áreas financeira e de logística.

Outra questão que precisa ser considerada diz respeito à parte operacional. Será que a sua plataforma de e-commerce está preparada para suportar um volume maior de tráfego? Ela dispõe das ferramentas necessárias para realizar promoções?

 

Como garantir o aumento das suas vendas?

Aumentar as vendas no período da Black Friday é o objetivo principal não apenas do e-commerce, como do varejo de uma forma geral. Compreensível, uma vez que não podemos deixar de aproveitar um situação na qual as pessoas estão mais propensas à compra.

Para garantir que os seus clientes sejam bem-sucedidos nessa missão, a JET e-business está fazendo a sua parte. As equipes de TI já estão trabalhando para assegurar a estabilidade da plataforma e garantir o desempenho positivo das lojas.

Em 2018 a sala de guerra montada para o período do evento deve contar com 30 profissionais atuando no esquema 24 por 7 desde a quinta-feira, 22 de novembro, até o final da tarde de sábado.

Além de triplicar a infraestrutura da plataforma, a JET quadriplicou a base de servidores e está realizando diversos testes de desempenho, de stress e de segurança.

Essa preocupação com a data tem razão de ser: em 2017 os clientes da JET tiveram um crescimento médio acima de 60% nas conversões e um aumento de 40% no volume transacionado.

Os bons resultados foram comemorados, afinal, demonstram que os esforços para a Black Friday foram bem-sucedidos, ajudando os clientes a atender à demanda.

Plataforma de inteligência artificial otimiza relacionamento com clientes

Plataforma de inteligência artificial otimiza relacionamento com clientes

Quando lemos “Plataforma de inteligência artificial otimiza relacionamento com clientes”, imediatamente me veio em mente o livro A Origem, o último de famoso escritor Dan Brown.  No livro ele narra uma cena onde centenas de convidados estão passeando pelo museu e cada visitante tem um fone de ouvida com um guia que lhe auxilia. Cada guia conhece as preferências e foi devidamente escolhido desde o tom da voz, sotaque para trazer mais conforto e empatia com o visitante.  Porém o guia nada mais era que um computador, com voz artificial “perfeita”, um mesmo computador atendendo centena de visitantes e conversando com eles simultaneamente em vários idiomas, sotaques e conhecendo as preferências de cada visitante. Isso é realmente inteligência artificial otimizada para se relacionar com os clientes.

Hoje cedo estava lendo um artigo em um portal de T.I.:

“Kami fala e escreve ao mesmo tempo com a mesma base de conhecimento e pode assumir diferentes sotaques, trocando também o gênero e o tom de voz. Além disso, funciona com um sistema personalizado, que customiza a inteligência e seus scripts durante todo o processo de relacionamento com o cliente. Única no mercado, a plataforma de inteligência artificial cognitiva é a aposta da empresa de canais de relacionamento PG Mais e teve investimento de R$ 4 milhões.

Hoje, a Kami já está pronta para trabalhar com cobrança, pesquisas e até prestar suporte técnico para a área do varejo. Segundo Gastão, a tecnologia se destaca pela flexibilidade e facilidade de troca de canal de atendimento.

Customizável, a assistente virtual pode interagir por diversos canais, como voz, SMS, e-mail, web chat, Facebook Messenger e até WhatsApp. Quando há assuntos que demandam uma análise mais descritiva ou um atendimento mais personalizado, ela consegue transferir o contato para o atendimento humano. Entretanto, a proposta é que a inteligência artificial evolua sempre, com o aprendizado adquirido pelo contato com os atendimentos e treinamentos.”

Ultimamente tem se falado muito sobre chatbots, que seriam programações básicas dentro dos sistemas de chat já existentes para que em alguns gatilhos eles iniciem conversas com os visitantes, gerando leads. Obviamente o cenário descrito acima vai muito mais além. Mas encare isso como um prelúdio do que esta por vir.

inteligência artificial

 

Os prós e contras do marketplace para o seu e-commerce

Os prós e contras do marketplace para o seu e-commerce

Para ser bem-sucedido nessas grandes plataformas, é preciso planejamento, conhecimento sobre o próprio produto, domínio do processo de vendas e ciência sobre o peso dessa parceria nos resultados da empresa.

Em debate realizado no auditório para Pequenos Negócios do Fórum E-commerce Brasil 2018, Vanessa Ferraz, head de Marketing e E-commerce da Emcompre, e Mauro Tschiedel, CEO da Usinainfo, falaram sobre os prós e contras do marketplace. Veja como foi o painel:

Bate-papo sobre prós e contras do marketplace contou com Vanessa Ferraz e Mauro Tschiedel (esq.)

Estratégia

Ferraz destacou que é importante não “colocar todos os ovos numa cesta só”. Na sua opinião, utilizar esse meio depende da estratégia, do produto, do nicho e do momento de cada empresa.

“Quando há uma estratégia focada em marketplace, com produtos bons, preços, fotos boas, frete [planejado], é possível, sim, ter bons resultados”, disse. “Além disso, esse modelo oferece a vantagem de ter mídia e a exposição de marca, o que deve ser levado em conta no momento de montar a estratégia de vendas.”

Parceiros

“É preciso entender qual a estratégia da indústria que te fornece, se ela respeita a cadeia ou não”, recomendou Tschiedel. Já Ferraz acrescentou que o cenário está mudando e os marketplaces estão procurando as indústrias para começar a vender diretamente ao consumidor final.

Laboratório

“Marketplace é um laboratório maravilhoso para checar se o seu produto vai vender e se o seu negócio pode dar certo na internet”, destacou Tschiedel. Para a sua colega de palco, entretanto, “não se pode acreditar que essa plataforma vai ser a solução para qualquer negócio, pois envolve muitos riscos, e é preciso ficar atento a eles”.

O CEO enfatizou a importância de ter a ciência do próprio preço e não simplesmente precificar com base no concorrente. “Se perceber que o marketplace não dá dinheiro naquele momento, não adianta insistir.”

Atendimento x Tecnologia

Baseado nas suas experiências, Mauro Tschiedel afirmou que, no que diz respeito à tecnologia, o marketplace funciona muito bem, mas o lado humano, que se traduz em atender com qualidade até mesmo os pequenos clientes, ainda deixa a desejar.

Segundo Vanessa Ferraz, o marketplace evoluiu bastante nos últimos anos. Porém, muitas vezes, ainda é difícil ser atendido dentro dessas grandes plataformas. “Mas se a empresa tem produto, preço adequado e apresenta boas oportunidades, eles [marketplace] vão te ouvir.”

Por Marina Rodriguez, especial para o E-Commerce Brasil

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/os-pros-e-contras-do-marketplace-para-o-seu-e-commerce/

O que uma loja virtual precisa ter para lhe atender

Essa pode ser uma pergunta muito simples e ao mesmo tempo muito complicada. O que uma loja virtual precisa ter para lhe atender, quais recursos um sistema de loja virtual obrigatoriamente precisa ter para atender as necessidades de um lojista. De uma forma básica, simplista e minimalista uma loja virtual precisa ter:
  • Cadastro do cliente
  • Cadastro dos produtos
  • Cálculo de frete
  • Pagamento online
  • Controle de vendas
De fato estes 5 pontos são essenciais e extremamente básicos. Mas sem dúvida essa abordagem é básica demais, se formos analisar com mais cuidado, estes mesmos 5 pontos envolvem dezenas de possibilidades e se aprofundam muito, muito mais. Por exemplo:

Cadastro de clientes: – Quais dados são obrigatórios serem informados? – Permite cadastro apenas de pessoa física? – Exige preenchimento de CPF e RG? – Exige preenchimento de telefone? – Obrigatória a validação de e-mail?

Cadastro de produtos: – Produtos digitais? – Produtos com frete? – Produtos em grade cores e tamanhos? – Zoom na foto dos produtos? – Quantas fotos por produto? – Controle de estoque? Observe que em apenas 2 pontos, já nos aprofundamos para mais de 10 questionamentos e sinceramente estes dois itens são relativamente simples. Hoje todos as principais plataformas de e-commerce entregam o básico, o essencial. E para cada caso, para cada necessidade existem plataformas mais ou menos adequadas que irão atender as necessidades específicas de cada cliente. Com tantas ofertas de sistemas de loja virtual é esperado que as plataformas de e-commerce se tornem plataformas de e-commerce de nicho, especializadas e voltadas para atender um determinado nicho de mercado, com recursos específicos para atender com mais precisão as necessidades específicas do segmento em específico. A plataforma de e-commerce da Loja Mestre que é desenvolvida a mais de 15 anos, hoje atende com perfeição e competência diversos segmentos.  Como atuamos a muito tempo no mercado, acabamos nos especializando em vários segmentos como por exemplo:  calçadista, jóias, vestuários, artigos esportivos e até mesmo atendimento direto a indústrias. E cada loja segmentada tem suas particularidades, suas necessidades específicas para o seu segmento. Sendo detalhes, campos adicionais no cadastro dos clientes. Campos adicionais no cadastro de produtos e políticas comerciais específicas. Para nós é sempre um desafio e uma satisfação conseguir atender os clientes, que já passaram por várias plataformas e não foram atendidos plenamente, seja por limitação da plataforma ou até mesmo falta de conhecimento no desenvolvimento do sistema. É claro que não conseguimos atender a todos, algumas alterações solicitadas apesar de serem possíveis de serem feitas, o custo de desenvolvimento fica fora do budget do contratante, o que inviabiliza o negócio. É preciso estar ciente que se você procura uma solução especifica para o seu negócio, haverá necessidade de arcar com o custo do desenvolvimento. Então a pergunta “o que uma loja virtual precisa ter para lhe atender” será o próprio lojista que deverá responder.  O lojista é quem saberá quais são os pontos essenciais para sua operação, o que ele necessita que seja informado ou controlado. Uma análise criteriosa e cuidadosa de “O que uma loja virtual precisa ter para lhe atender”, deverá ser feita, e se feita corretamente poderá evitar muitas dores de cabeça e economizar muito em tempo e dinheiro.
O que uma loja virtual precisa ter para lhe atender?

Marco regulatório para marketplaces no Brasil

Marco regulatório para marketplaces no Brasil

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara-e.net) e a Gmattos organizaram em julho um evento para discutir o impacto do Marco regulatório para marketplaces no Brasil, mais especificamente sobre a liquidação de pagamentos no marketplace.

A relevância das vendas online via market places é expressiva, alcançando 25% do total vendido no comércio eletrônico no país, com viés de alta. Segundo o Internet Retailer Conference + Exhibition (IRCE), metade do faturamento global do e-commerce refere-se vendas por marketplaces. No Brasil, estimo que também chegaremos a 50% do total das vendas no horizonte máximo de 3 anos. Os grandes players do mercado como B2W, Via Varejo, Walmart, Máquina de Vendas, Magazine Luiza, Dafiti, Netshoes, entre outros, ou mesmo novos como o iFood já operam na modalidade de Market Place, em muitos casos, atuando como liquidantes dos pagamentos ao receberem o valor integral pago, para posterior repasse aos Sellers (lojas que usam o market place para vender suas mercadorias). Nesta operação, caracteriza-se o papel de subcredenciador para a loja âncora ou market place.

No evento, especialistas da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), Visa e Moip compartilharam sua visão a respeito do novo marco definido pelo BACEN através da Circular 3886 e Carta Circular 3872.

Em resumo, o BACEN definiu que qualquer operação que realize intermediação de pagamentos, participando da sua liquidação, precisa estar enquadrada neste regulatório. Isso significa que subcredenciadores (subadquirentes ou facilitadores) que recebam o pagamento, criando uma nova agenda para dividir o recebível em partes entre sellers e marketplaces, estão sujeitos à regulação.

Dentre outras obrigações, a mais relevante é a necessidade de uso da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) para liquidação de todos os pagamentos em cartões de crédito a partir de 28 de setembro próximo, para aqueles subcredenciadores que movimentaram mais de R$ 500 milhões em transações de crédito nos últimos 12 meses. Esta obrigação se refere aos pagamentos feitos no papel de subcredenciador apenas. A medida tem caráter de proteção ao ecossistema de pagamento, pelo eventual risco sistêmico, na falha de algum agente liquidante quanto às suas obrigações.

Mesmo para aqueles subcredenciadores que não tenham atingido este limite, é necessária adequação à normas, dentre as quais ter sua operação homologada pelos “arranjos de pagamentos”. Entenda-se “arranjos” como as bandeiras aceitas pelo subcredenciador (Visa, MasterCard, Amex, Diners, Elo, Hipercar etc). As bandeiras ou arranjos funcionarão como controladores desta nova norma, aprovando ou impedindo a operação de subcredenciadores.

Este papel a ser assumido pela Visa e outras bandeiras globais é inédito. Em nenhum outro mercado as bandeiras de aceitação têm esta responsabilidade.

Já a integração obrigatória na CIP para a liquidação de pagamentos é algo bastante complexo, pois implica em desenvolver e manter um novo fluxo para o processo mais sensível de um marketplaces, ou seja, organizar a agenda de recebimento e divisão de valores com a efetiva liquidação dos pagamentos.

O tempo mínimo estimado para integração técnica é de 6 semanas. Contudo, o caminho crítico para sua efetivação pode ser bem mais longo, porque a CIP somente inicia seu processo após assinatura de contrato, que exige a apresentação de documentação de aprovação do subcredenciador pelos arranjos de pagamento a serem utilizados. Aqueles subcredenciadores ou postulantes a este papel que, neste momento, estiverem ainda nesta fase (contrato com a CIP) não terão mais tempo hábil de se enquadrar até a data estipulada pelo BACEN (28 de setembro de 2018).

Isso gera uma situação de atenção, porque segundo a CIP menos de 10 subcredenciadores estão em processo de integração (nenhum ainda concluído), o que leva a crer que uma grande parte da demanda dos marketplaces será atendida via a contratação de processadores homologados (subadquirentes estabelecidos), que se encarreguem da liquidação na CIP, ao menos para adequação inicial ao regulatório.

Uma fase instável de adequação é esperada para que todos os agentes envolvidos possam se adequar, mas como quase sempre, momentos de ruptura como este podem revelar oportunidades para surgimento de novos players ou expansão de serviços para players existentes, como, por exemplo, empresas adquirentes. Não por acaso, as principais adquirentes como Cielo, Rede e Getnet Santander estão disponibilizando plataformas de serviço para o subcredenciamento. Outros players independentes como Moip também são uma alternativa para este serviço.

Embora exista uma tendência entre grandes varejistas pela internalização do subcredenciamento da modalidade marketplaces buscando melhores margens, não está claro se este será o modelo preponderante, dada a dificuldade e complexidade deste papel. O que me parece certo, é que boa parte dos players vai terceirizar o serviço inicialmente, seja com os grandes adquirentes ou com subadquirentes independentes, ganhando tempo para validar a hipótese de subcredenciamento próprio.

 

Marco regulatório para marketplaces no Brasil

 

Fonte: E-commerce News