Monitoramento de lojas virtuais gratuito

Monitoramento de lojas virtuais gratuito

Para quem deseja monitorar seu site, ou monitorar sua loja virtual e acompanhar a estabilidade e disponibilidade do serviço, indicamos um serviço que se chama SiteIs.Online (https://siteis.online).  Este serviço monitora ou melhor testa a cada 5, 10 ou 30 minutos o seu site ou loja virtual.  O monitoramento de lojas virtuais gratuito é altamente recomendado para se ter certeza da qualidade e estabilidade do serviço.

Caso o teste apresente falha você pode ser notificado em até três e-mails, sem custo algum.

Opcionalmente você pode comprar créditos de SMS para também ser notificado por SMS no caso de falhas.

O sistema também dispõem de estatísticas de UPTIME e até mesmo botões externos de estatísticas para você colocar no seu site.

Para quem tiver interesse o endereço do site é: https://siteis.online  acesse e crie sua conta grátis.

Monitoramento de lojas virtuais gratuito

Justiça proíbe o uso de nome de concorrentes no Adwords

Justiça proíbe o uso de nome de concorrentes no Adwords

A justiça de São Paulo condenou uma empresa que utiliza o nome do produto de um concorrente entre as palavras chave na campanha de adwords. Assim quando um cliente pesquisava pelo nome do produto da concorrente aparecia o anúncio da empresa “concorrente”.  Inclusive a justiça condenou a pagar multa de R$ 15 mil reais (Justiça proíbe o uso de nome de concorrentes no Adwords).

Isso abre uma jurisprudência. Esta prática é comum no mercado, alertamos a todos os clientes que tomem cuidado com isso a partir de agora. Usar nome de concorrentes ou nome de produtos registrado de concorrentes no adwords passará a ter risco de processo e multa para valer.

Origem da notícia: https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/canaltech/justica-proibe-o-uso-de-termos-concorrentes-em-ferramentas-de-adwords,c64b01556e1cc227eee4c4bd3562cc6ao3odkzpv.html

Justiça proíbe o uso de nome de concorrentes no Adwords

As maiores mentiras do e-commerce

As maiores mentiras do e-commerce

Assim como praticamente todos os segmentos o marketing, a propaganda no que se diz  respeito ao e-commerce as vezes não é muito “justa”. Infelizmente na ânsia de conquistar mais e mais clientes acaba ocorrendo um divulgação, afirmações que não são reais ou seja, As maiores mentiras do e-commerce.

Portanto este artigo serve para alertar os lojistas ou futuros lojistas a cerca de alguns pontos que se faz necessário ter uma certa atenção.

1) Garantia de primeira página no Google

Muitas empresas de marketing, agências digitais especialistas em SEO, juram de pé junto que se contratar o serviço deles eles, você irá aparecer na primeira página do Google.  Se for para aparecer na busca orgânica com suas palavras chaves principais, sem investir em Google Adwords, só lhe digo uma coisa: CONTRATE, mas exija tudo por escrito, com custos, tempo que irá levar …

O Google analisa centenas de pontos e compara com seus concorrentes estes pontos para então definir um posicionamento. E uma loja virtual concorrer com o blog por exemplo, nas mesmas palavras chaves é altamente complicado. Então garantir um posicionamento é algo muito incerto.

Se a empresa realmente for muito, mas muito boa ela consegue, alterando muito o código, gerando muitos links externos, etc… mas isso não sai barato e leva tempo.  Se a oferta é muito boa o Santo desconfia ….

2) Coloque nosso selo no seu site que suas vendas irão aumentar 30%

Tem uma empresa que de um selo de segurança para site que usa este discurso. Acreditem balela pura. Não caiam jamais em promessas deste tipo. Como uma imagem pode influenciar o consumidor no seu site e aumentar a taxa de conversão em 30%? Isso não existe.

Pode aumentar a taxa de conversão? Pode claro, talvez algo de no máximo 3%. Mas ai colocar um zero a mais no número?? Nenhum serviço que efetivamente não traga tráfego qualificado ao seu site consegue só colocando uma imagem no site aumentar tanto assim a taxa de conversão.

3) Mensalidade baixa + cobrança de pageviews

Muitos concorrentes da Loja Mestre tem uma mensalidade baixa, porém cobram um adicional por tráfego.  Uma conta rápida, um cliente que acessa seu site, normalmente gera em média 10 pageviews. Então se você tiver 200 acessos por dia, em um mês você deve ter algo próximo a 60 mil pageviews. E estamos falando de apenas 200 acessos/dia.  Uma loja com boas vendas tem pelo menos 1.000 acessos dia.

Neste cenário, de 60 mil pageviews, pode gerar um excedente no plano que custaria algo em torno de R$ 100,00 por mês só de custo de tráfego. Em alguns concorrentes o valor pode ser muito maior. Então recomendamos que observe atentamente os planos e repare nestes detalhes. Lembrando que a Loja Mestre NÃO COBRA TRÁFEGO!

4) Loja virtual grátis

Como diz o ditado “não existe almoço de graça”! Não existe loja virtual de graça.  Suporte, hospedagem, tráfego, desenvolvimento, tudo custa, então em algum ponto a plataforma de e-commerce terá que lucrar. Ninguém abre uma empresa para não ter lucro.

Existem dois caminhos para a empresa de e-commerce que oferece a loja sem custos lucrar, ou estão cobrando uma taxa oculta no meio de pagamento, ou estão vendendo os dados de sua loja virtual para grandes big datas.

As maiores mentiras do e-commerce

Onde os lojistas mais erram em suas lojas virtuais

Onde os lojistas mais erram em suas lojas virtuais

Particularmente trabalho com e-commerce desde 2001. Desde 2007 trabalho com a plataforma Loja Mestre, lidando diariamente com muitos lojistas.  Afirmo com tranquilidade que já criei mais de 1.000 lojas virtuais. Centenas destas lojas continuam abertas e operando, outras centenas não vingaram, outras centenas mudaram os planos. Neste artigo “Onde os lojistas mais erram em suas lojas virtuais” aborda alguns erros muito comuns.

Os motivos para uma loja virtual não vingar, não dar certo são muitos. Desde o cenário econômico à falta de capacidade dos empreendedores. Mas o maior vilão disparado absolutamente em um contexto geral é a falta de planejamento e preparo dos empreendedores.

Eu sempre busco abordar com os interessados em abrir uma loja virtual que é extremamente importante planejar, organizar, estudar o seu negócio. Com os pés no chão e uma dose de pessimismo. A não ser que você queira realmente jogar dinheiro pela janela.

Eu me recordo que um tempo atrás prestei uma consultoria a um interessado em abrir uma loja virtual de vinhos. Onde foi realizado uma pesquisa de mercado onde listamos alguns concorrentes, realizamos coleta de preços para análise de markup e viabilidade econômica de mercado. Elaboramos um plano de divulgação, com custos. Elaboramos um estudo completo de custos para o negócio, incluindo custos de fornecedores, plataforma, comunicação, divulgação.

Quando apresentamos o resultado ao lojista, apresentamos 3 cenários: pessimista, atual de mercado, otimista.  No cenário atual o markup bruto era próximo a 23%, sendo o markup liquido chegaria a menos de 10%, segundo o lojista os números eram desanimadores, e de fato concordo com ele.

Trago esse exemplo para ilustrar a realidade e a necessidade de se avaliar o mercado com cautela e uma dose gentil de realidade. Infelizmente muitos lojistas virtuais acham que a internet é a terra prometida, que irão ganhar dinheiro já no primeiro mês e que em três meses já poderão estar tirando férias nas Maldivas.

Onde os lojistas virtuais mais erram?

Eles erram basicamente ao calcular os custos totais da operação e provisionar a reserva para manutenção do projeto a médio e longo prazo. Não digo nem curto prazo, porque a não ser que você tenha um produto muito especial, muito desejado e exclusivo, sua loja virtual não terá sucesso em curto prazo com pouco investimento de divulgação. Então este cenário que é praticamente utópico não vale nem apena citarmos.

Se o lojista virtual não se conscientizar que nos primeiros 6 meses ele irá somente investir e injetar capital da loja virtual para obter o resultado lá na frente, a chance do projeto não vingar é enorme.

Onde o lojista tem que investir?

O segundo erro é o investimento errado, desproporcional e fora do contexto necessário. Erro muito comum. A primeira coisa que o lojista tem que se preocupar é com os dados da loja, produtos com boas imagens, boas descrições, preços atraentes e frete justo, formas de pagamento adequadas.

Segundo ponto, identidade visual da loja. Loja limpa, com banners bonitos e modernos, cores adequadas com a identidade visual da loja e sua logo.

Terceiro ponto e crucial, divulgação correta, que atinga o seu público alvo. Aliás a divulgação só deve ser feita após os dois primeiros pontos estejam perfeitos. Senão corre se o risco de ter uma alta taxa de abandono e rejeição, ou seja, jogar dinheiro fora.

 

Onde os lojistas mais erram em suas lojas virtuais

 

Onde os lojistas mais erram em suas lojas virtuais

 

 

Direito de arrependimento em loja virtual

O direito de arrependimento em loja virtual é algo extremamente complicado, devido a legislação ser antiga e não abordar de forma direta as compras no comércio eletrônico.  Isso gera questionamentos e dubiedades nas interpretações da lei que existe e que se tenta adaptar para o cenário atual, e evidentemente cada lado tenta interpretar o que é melhor para si.

Direito de arrependimento em loja virtual
Direito de arrependimento em loja virtual

De onde vem o direito de arrependimento em loja virtual?

O direito de arrependimento está expressamente previsto no CDC (Código de Defesa do Consumidor) em seu artigo 49, e foi reforçado pelo Decreto 7.962/2013, conhecido como Lei do E-commerce, no qual o legislador foi além e trouxe, inclusive, inovações nesse sentido. O referido artigo do CDC, Lei nº 8.078 de 11 de setembro de 1990, determina:

Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.
Parágrafo único. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados.

A primeira coisa a ser observada é a idade do CDC. Em 1990, sequer se falava em internet, muito menos se concebia qualquer noção de e-commerce no Brasil.
Nesta época o que existia basicamente eram catálogos impressos e vendas via malas diretas.  Pela impossibilidade de o consumidor ter o produto em mãos, associada às técnicas de publicidade da época e aos meios de venda à distância que existiam, veio em boa hora a legislação de defesa ao consumidor.

 

A relação entre o e-commerce e o direito de arrependimento em loja virtual

De fato a venda “não presencial” do cliente é aplicada quando se compra em uma loja virtual. Ao meu ver é inquestionável este ponto, por mais tecnologia que exista nos dias de hoje.
Esse questionamento se expande, também, para a noção de que o consumidor tem o direito de arrependimento resguardado em função de não ter o produto em mãos.

Os que questionam isso, se referem á época onde a venda via catálogos não permitia uma experiência de compra como os e-commerce permite hoje, com vídeos do produto e especificações completas.

De fato não tem como comparar as épocas e a quantidade de informação disponível . E ainda pode se levar em conta que é extremamente comum o próprio anúncio conter avaliações de consumidores que já adquiriram o produto.

Eu li recentemente um artigo que dizia: “Há maior transparência na seguinte ideia: os sistemas e as plataformas de lojas virtuais proporcionam experiências mais profundas aos consumidores do que uma simples visita a qualquer loja física, por mais moderna que seja. É um contrassenso atribuir caráter “não presencial” a tais vendas.” Acredito que este tipo de abordagem seja um tanto tendenciosa para o lado do lojista.

Assim como também acredito que uma afirmação de um consumidor que afirme que não tenha acesso as informações sobre o produto e por isso deseja devolver o mesmo alegando arrependimento.

De fato, a compra efetuada no e-commerce ainda é considerada “não presente” e, por isso, está sujeita ao direito de arrependimento do consumidor. Essa compreensão foi confirmada recentemente através do Decreto 7.962/2013 que, em seu artigo 5º, além de confirmar irrestritamente o direito de arrependimento, trouxe uma nova regulamentação da qual destacamos as principais exigências:

O consumidor poderá exercer seu direito de arrependimento pela mesma ferramenta utilizada para a contratação, sem prejuízo de outros meios disponibilizados. Em outras palavras, deve estar disponível no site a opção de acionar o direito de arrependimento de forma online, na própria loja;
O exercício do direito de arrependimento implica a rescisão dos contratos acessórios, sem qualquer ônus para o consumidor, o que inclui frete (ida e volta) e eventuais despesas financeiras;
Será comunicado imediatamente o exercício do direito de arrependimento pelo fornecedor à instituição financeira ou à administradora do cartão de crédito ou similar, para que a transação não seja lançada na fatura do consumidor. Em outras palavras, que seja efetivado o estorno do valor, caso o lançamento na fatura já tenha sido realizado;

Diante dessa realidade, é inquestionável a necessidade de adequação da rotina administrativa de uma loja virtual a essa legislação e, mais do que isso, a constante atuação no sentido de diminuir ao máximo as devoluções e estornos aos quais estão sujeitos os e-commerces.

 

O que fazer quando o cliente solicitar o direito de arrependimento em loja virtual.

  1. Primeiro tenha claramente em seu site / loja virtual uma página descrevendo a politica de troca e devoluções, seja claro. Não pode se exigir que a caixa não tenha sido aberta. E explique como funciona os custos de frete em caso de troca ou arrependimento.
  2. Facilite o processo, sempre destacando o procedimento. Instrua a sua equipe sobre o procedimento.
  3. Ao receber a mercadoria, antes de abri-la filme a abertura da embalagem e a checagem do material. Este vídeo pode ser muito útil caso o produto esteja com sinais de uso ou problemas. Sabemos de casos onde o consumidor enviou um tenis todo sujo e visivelmente com solado gasto para troca por arrependimento, e um celular que foi devolvido com a tela quebrada.
  4. Notifique ao cliente após receber o produto o que será feito, se for estorno, cupom de desconto, depósito, etc..

Enquanto a lei ainda não se adequa à realidade do comércio eletrônico, cabe aos lojistas ajustarem suas operações e seu caixa para suportar o direito de arrependimento dos clientes.

 

 

Walmart do Brasil decide focar seu e-commerce em modelo de marketplace

Walmart do Brasil está deixando de trabalhar com estoque próprio de produtos. A ideia da varejista é reduzir suas operações online e baseá-la única e exclusivamente no modelo de marketplace.

“Esta decisão é parte da estratégia internacional da companhia e irá proporcionar mais agilidade e eficiência ao negócio e trazer mais opções de produtos e serviços aos clientes”, explicou a companhia em nota oficial enviada à imprensa.

Além do foco em marketplace, alterações nas estruturas físicas e produtos dos hipermercados da rede são esperadas para os próximos meses. O plano da empresa é ofertar aos consumidores mais opções de produtos e marcas regionais.

Marketplaces são portais colaborativos de vendas que atuam em dois níveis: um para compradores e outro para lojistas que disponibilizam seus produtos através das plataformas de e-commerce. O formato pode facilitar o intuito do Walmart em oferecer mais produtos e marcas regionais aos seus clientes, uma vez que fornecedores menores terão a chance de compor parcerias de vendas com a rede.

As inovações propostas pelo grupo Walmart, segundo o que foi divulgado, custarão cerca de R$ 1,5 bilhão nos próximos quatro anos.

Opinião Loja Mestre:

Com certeza analisaram o custo de logística que é absurdo para uma quantidade enorme de produtos que um magazine tem. Porém a margem no marketplace é muito menor, e não sei se é suficiente para suportar o tamanho de divulgação necessária para o marketplace.

 

Fonte:  https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/canaltech/walmart-do-brasil-decide-focar-seu-e-commerce-em-modelo-de-marketplace,3bbe92217d855b18ba2a3485699913131qm4ahz1.html

E-commerce é para todos?

E-commerce é para todos?

O e-commerce é para todos? Qualquer um pode ter um e-commerce hoje em dia?

A resposta é NÃO! Pode surpreender muitos a nossa resposta, mas o fato é que hoje em dia ter um e-commerce de forma correta, com planejamento que tem metas, objetivos, e seja algo realmente profissional, de fato não é para qualquer um.

Sim, qualquer um tem acesso e possibilidade de montar um e-commerce, isso é fato. Montar um e-commerce simplesmente, não quer dizer que você terá vendas e muito menos que você terá um e-commerce de sucesso, que lhe dê lucro. Hoje você encontra scripts gratuitos na internet, ou até mesmo lojas virtuais gratuitas, onde você terá totais condições de cadastrar seus produtos, calcular um frete e receber o pagamento. Mas só isso não basta, não basta mesmo. Doce ilusão de quem pensa que fazendo isso terá sucesso.

Ter sucesso com e-commerce é para todos? Também não. São dezenas de fatores que influenciam no sucesso do e-commerce, mas o essencial é o planejamento de negócios levado a sério, com estudo de mercado, estudo de concorrentes, precificação, planejamento de marketing, ter condições de investir em divulgação.

Eu diria que mais de 80% dos novos e-commerces abertos diariamente no Brasil não terão sucesso pois, não tem planejamento adequado. Talvez este percentual seja até maior, e infelizmente é um problema cultural brasileiro.

E-commerce é para todos?

Comércio eletrônico fatura 10% a mais na Black Friday em 2017

O varejo online brasileiro vendeu 10,3% mais na Black Friday deste ano em relação ao evento de 2016, com o faturamento do setor atingindo 2,1 bilhões de reais, revelou a empresa de pesquisa de mercado Ebit nesta segunda-feira, 27.

O crescimento não foi maior porque o valor médio das compras dos consumidores caiu 3,1%, para 562 reais, segundo a Ebit, cuja medição considerou os dias 23 e 24 de novembro.

“Para atrair o consumidor, os varejistas fizeram ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado, que são as mais consumidas no comércio eletrônico e isso refletiu no gasto médio”, disse em comunicado o presidente da Ebit, Pedro Guasti.

De acordo com o Mercado Livre, a categoria de produto mais comprada no comércio online foi a de eletrodomésticos, com 16% de participação, seguida por moda e acessórios (12%), telefonia/celulares (12%), perfumaria e cosméticos (10%) e produtos para casa e decoração (9%).

A empresa calculou em 3,76 milhões o volume de pedidos feitos pelos consumidores neste ano, alta de 14% sobre a Black Friday de 2016.

Uma das maiores empresas do setor no país, a B2W afirmou ter recebido intenso movimento de consumidores e de comerciantes, que usam seus shoppings eletrônicos, os sites Americanas.com, Submarino e Shoptime. O crescimento da venda no marketplace do grupo na Black Friday foi “20 vezes maior do que em um dia forte de vendas”, afirmou a empresa sem dar detalhes.

“Na Black Friday, mais de 30 milhões de clientes visitaram nossos sites, impulsionando os negócios de milhares de vendedores”, disse Thiago Barreira, diretor da B2W, em comunicado. Procurada, a empresa não informou dados comparativos, apenas que o marketplace da empresa teve 8 mil vendedores cadastrados, ante 4.700 no fim de 2016.

Já a maior empresa de meios de pagamentos Cielo informou que até às 18h da sexta-feira passada registrou crescimento de 34% no número de transações no comércio eletrônico nacional sobre a Black Friday de 2016.

O Magazine Luiza, que atua em varejo físico e online, afirmou que as vendas do período “bateram a meta por uma larga margem” e que “todas as categorias tiveram boa performance, com destaque para a categoria de supermercado e televisores de tela grande”, disse a empresa.

“Acredito que já tivemos algum reflexo da Copa de 2018 nos números, com as pessoas comprando televisores”, diz Eduardo Galanternick, diretor-executivo de e-commerce do Magazine Luiza. “Nas outras categorias, acertamos ao escolher os produtos mais desejados pelos consumidores e o preço que eles gostariam de pagar.”

A companhia diz que  resolveu 100% das reclamações feitas por clientes. Eles foram atendidos por intermédio de todos os canais, como Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e sites de reclamação. “A retaguarda tecnológica da companhia também esteve presente: o site ficou no ar, sem nenhuma interrupção, mesmo com a alta demanda de clientes navegando”.

FONTE: http://convergecom.com.br/tiinside/27/11/2017/comercio-eletronico-fatura-10-mais-na-black-friday-em-2017/?noticiario=TI

O que esperar de 2018 no e-commerce Brasileiro

O que esperar de 2018 no e-commerce Brasileiro? A reposta desta pergunta é sem dúvida aguardada por muitos empresários. Será que em 2018 o mercado nacional de varejo online vai ter o crescimento real tão esperado? Será que os pequenos e médios irão aguentar mais um ano de dificuldades?

Não tem como sequer tentar responder estas perguntas sem analisar alguns pontos como o cenário político / econômico. Em 2018 teremos eleições para presidente e governador e historicamente isso sempre foi prejudicial ao comércio. Não pelas datas mas pela atitudes dos governantes mesmo que não tomam qualquer iniciativa ou ação impopular mesmo que necessária e benéfica a economia.  Não tecendo qualquer comentário politico partidário, o Governo atual está tentando ao menos realizar algumas mudanças como a reforma trabalhista e previdenciária que aos olhos do mercado e empresariado está sendo bem vista.

Outro ponto a ser analisado é a fragilidade em que se encontra o mercado, a grande maioria dos pequenos e médios lojistas virtuais, passou por pelo menos 2 anos com dificuldades, praticamente sobrevivendo. É certo dizer que uma boa parte destes logistas não tem fôlego para grandes investimentos ou inovações sejam em divulgação e ou plataformas.

A entrada da Amazon e a popularização dos marketplaces terão um efeito no mercado também. Isolando e dificultando muito para os pequenos e médios negócios.

Somando isso tudo eu acredito que quem apostar em nichos de mercado e ou integração com marketplaces pode se dar bem em 2018. Agora quem não se mexer e não inovar, pode se preparar para mais um ano com vendas baixas.

Hildor Schroder

Diretor Loja Mestre

21/11/2017

 

Preparação para BlackFriday

Preparação para BlackFriday

Dia 24 de Novembro irá ocorrer a Black Friday 2017.

O que você precisa saber sobre como gerar mais vendas no Black Friday!

1) Planejamento, sempre planeje, organize os produtos que você quer desovar ou liquidar. Revise quantidade em estoque destes produtos.

2) Descontos tem de ser reais, não tente aumentar o preço riscado para aumentar o percentual de desconto. O objetivo, ou melhor a origem do BlackFriday é a liquidação de produtos encalhados para renovação de estoque. Pense nisso!

3) Esteja com sua equipe engajada e disponível via chat e email no site.

4) Envie emails para os clientes criando um suspense e expectativa.

5) Coloque banners no site destacando que haverá desconto expressivo para o black friday. (Oferecemos alguns banners sem custo abaixo).

6) Tente mudar as cores do seu template na data para destacar que vocês estão participando.

7) E organize o pós venda, expedição dos produtos (a plataforma permite que você aumente o prazo em dias de entrega dos correios, o que é recomendável adicionar uns 2 dias pelo menos)

Abaixo alguns banners genéricos para serem utilizados na campanha:

Abra a imagem no seu navegador, clique com o botão direito do mouse e clique em salvar como. Salve no seu pc e use no módulo de banners da loja.

Caso clientes necessitem, prestamos o serviço de criação de banenrs especificos e personalizados para sua loja. Assim como podemos executar customizações especificas para o black friday.