Curso Completo de E-commerce

EBook de curso que aborda tudo sobre e-commerce, desde como iniciar, planejar, divulgar e gerenciar sua loja virtual.

Curso Completo de E-commerce
Curso Completo de E-commerce

Quem deseja empreender no e-commerce, precisa ir em busca de conhecimento. Entender todo o processo que envolve desde o planejamento até a implementação da loja virtual é sempre um desafio. Sem falar na estratégia, muito necessária para fazer frente à ampla concorrência verificada no e-commerce nacional.

Para ajudar empresários e futuros empreendedores a explorarem as vantagens do comércio eletrônico, chega ao mercado o ebook “Curso Completo de E- Commerce”. De autoria de Hildor Schroder, pós-gradudado em marketing digital e proprietário da Loja Mestre, fornecedora de plataforma de e- commerce, o livro traz um conteúdo completo e detalhado sobre como iniciar, planejar, divulgar e gerenciar uma loja virtual.

O ebook é destinado tanto para quem está se preparando para abrir uma loja virtual como também para quem já atua no e-commerce, e busca uma base mais sólida de informações sobre tudo que é necessário para o bom gerenciamento do negócio.

Ao longo de 220 páginas, o leitor poderá acessar e se aprofundar em 77 tópicos, tais como: Sistemas de e-commerce, Por onde começar um e- commerce, Cadastro de produtos, Meios de pagamento, Práticas comerciais, Aparência, SEO para e-commerce, entre outros.

O livro está à venda pela internet e pode ser adquirido pelo endereço https://www.cursoecommercecompleto.com.br/

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Correios suspendem pacote básico de entregas

Correios suspendem pacote básico de entregas

Funcionários dos Correios começaram a informar  clientes, desde o meio da semana passada, que (Correios suspendem pacote básico de entregas)  deixarão de oferecer o pacote básico de entregas, chamado “Encomenda 1”. O gasto mínimo mensal de postagens nessa modalidade era de R$ 100, valor que poderia variar conforme o cliente.

Segundo os comunicados feitos pelos gerentes comerciais, os pacotes mais baratos terão exigência de R$ 2 mil por mês (“Encomenda 2” ou “Ecommerce 1”), além de envio de pelo menos 66 encomendas a cada 30 dias. Isso significa um aumento de 1900% no valor dos contratos.

Oficialmente, os Correios afirmam que o pacote foi “temporariamente suspenso”, sem informar, até a publicação desta reportagem, o prazo previsto para o serviço voltar a ser oferecido.

O discurso contradiz os comunicados enviados por gerentes comerciais de diversos Estados. Em um deles, o representante chega a dizer que a presidência da estatal decidiu excluir a tabela mais básica do seu portfólio.

Em nota, entretanto, a estatal nega ter descontinuado o serviço. “O pacote Encomenda 1 não foi descontinuado, apenas está temporariamente suspenso. Nenhum dos contratos já firmados com o referido pacote sofreu qualquer alteração, desde que se cumpram as contrapartidas já acordadas”, afirmou a empresa.

Atualmente, existem três grupos principais de contratos da estatal com lojistas – Encomenda, Ecommerce e Marketplace. Cada um deles tem uma série de níveis, partindo do mais básico – e barato – ao mais avançado.

A diferença entre o envio de um pacote Sedex com e sem contrato com a estatal é considerável: em uma simulação feita pela reportagem, com origem em Goiânia e destino para São Paulo, o despacho no balcão ficou 15% mais caro.

Já no caso do PAC, o buraco é ainda maior: 22% mais custoso para quem não firmou contrato com os Correios.

Até os gerentes foram pegos de surpresa com a medida. “Esta alteração foi informada na última quinta-feira, também não tínhamos conhecimento”, admitiu um dos representantes, em comunicado enviado a um cliente que pediu anonimato à reportagem (veja a reprodução abaixo).

Segundo os Correios, pequenos negócios não ficarão desamparados. “Os Correios são o maior parceiro do e-commerce no Brasil. Dessa forma, continuamos disponibilizando nosso conjunto de soluções de encomendas para as empresas iniciantes no comércio eletrônico, sem a necessidade de contrato comercial, em nossa rede de agências presente em todo o país”, concluiu.


 

Nosso comentário:

Uma empresa pública que detêm monopólio de vários serviços, foi destruída por administrações políticas, desvios e sindicatos. E quem paga a conta? Todos nós.

 

Correios suspendem pacote básico de entregas

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Lei sobre proteção de dados pessoais é aprovada pelo Senado

Lei sobre proteção de dados pessoais é aprovada pelo Senado

O plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira, 10, o Projeto de Lei número 53, da Câmara dos Deputados, que disciplina a proteção dos dados pessoais e define as situações em que estes podem ser coletados e tratados tanto por empresas quanto pelo Poder Público. O texto da lei sobre proteção de dados pessoais foi aprovado nos termos do conteúdo votado na Câmara dos Deputados no fim de maio. O projeto agora vai a sanção do presidente Michel Temer.

O texto disciplina a forma como as informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro ou até mesmo textos e fotos publicadas em redes sociais. A proposta foi mantida na semana passada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), conservando o conteúdo da Câmara e indicando regime de urgência para votação na casa. A urgência foi apresentada em plenário, mas não chegou a ser apreciada.

O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos, destacou que a regulação do tema já é uma realidade no resto do mundo. “Mais de 100 países já colocaram de pé leis e diretrizes de proteção de dados no ambiente da internet. A internet não pode ser ambiente sem regras. A privacidade é um valor civilizatório”, salientou.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM), nomeado relator em plenário, defendeu a importância da proposta. “Na era digital dados são considerados grande ativo e patrimônio. Dados devem receber grau mínimo de proteção jurídica. Dados trafegam pelas redes e sem consentimento acabam sendo comercializados, em contraposição aos preceitos constitucionais, que garantem o direito à vida privada”, comentou.

“Todas as entidades, sem nenhuma exceção, foram partícipes na construção do projeto de lei e estamos votando algo que é uma unanimidade”, afirmou a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). “Estamos vivendo a revolução das redes sociais. Agora vamos ter marco regulatório que permite que cidadão possa acionar aqueles que fizerem mau uso de seus dados”, acrescentou o senador Jorge Viana (PT-AC).

Lei sobre proteção de dados pessoais
Lei sobre proteção de dados pessoais

Entenda o projeto

O PLC 53 considera dados pessoais a informação relacionada a uma pessoa que seja “identificada” ou “identificável”. Ou seja, o projeto de lei regula também aquele dado que, sozinho, não revela a quem estaria relacionado (um endereço, por exemplo) mas que, processado juntamente com outros, poderia indicar de quem se trata (o endereço combinado com a idade, por exemplo).

Foi criada uma categoria especial, denominada dados “sensíveis”, que abrange registros de raça, opiniões políticas, crenças, condição de saúde e características genéticas. O uso desses registros fica mais restrito, já que traz riscos de discriminação e outros prejuízos à pessoa. Também há parâmetros diferenciados para processamento de informações de crianças, como a exigência de consentimento dos pais e a proibição de condicionar o fornecimento de registros à participação em aplicações (como redes sociais e jogos eletrônicos).

O projeto de lei abrange as operações de tratamento realizadas no Brasil ou a partir de coleta de dados feita no país. A norma também vale para empresas ou entes que ofertem bens e serviços ou tratem informações de pessoas que estão aqui. Assim, por exemplo, por mais que o Facebook recolha registros de brasileiros e faça o tratamento em servidores nos Estados Unidos, ele teria de respeitar as regras. Também é permitida a transferência internacional de dados (como no exemplo citado), desde que o país de destino tenha nível de proteção compatível com a lei ou quando a empresa responsável pelo tratamento comprovar que garante as mesmas condições exigidas pela norma por instrumentos como contratos ou normas corporativas.

Ficaram de fora das obrigações o tratamento para fins pessoais, jornalísticos e artísticos. Também não são cobertos o processamento de informações em atividades de segurança nacional, segurança pública e repressão a infrações. O texto indica que esses temas devem ser tratados em uma lei específica. O Poder Público ganhou também a possibilidade de tratar dados sem consentimento das pessoas, em determinadas situações, como na execução de políticas públicas. Para isso, o órgão deve informar em seu site em que hipótese o processamento de dados é realizado, sua finalidade e quais são os procedimentos adotados. Essas regras especiais se aplicam também aos cartórios.

Obrigações e direitos

Para coletar e tratar um dado, uma empresa ou ente precisa solicitar o consentimento do titular, que deve ser livre e informado. Essa autorização deve ser solicitada de forma clara, em cláusula específica, e não de maneira genérica. Caso uma empresa colete um dado para uma coisa e mude sua finalidade, deve obter novo consentimento. A permissão dada por alguém, entretanto, pode ser revogada se o titular assim o desejar.

O projeto prevê, contudo, algumas situações em que este não é necessário, como a proteção da vida, o cumprimento de obrigação legal e procedimento de saúde. A exceção mais polêmica é chamada de “legítimo interesse”, que na prática permite a uma empresa coletar um dado para um propósito e usá-lo para outro, desde que para “finalidades legítimas” e a “partir de situações concretas”. Nesse caso, somente os dados “estritamente necessários” podem ser manejados.

Outra obrigação das empresas incluída no relatório do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) é a garantia da segurança dos dados, impedindo acessos não autorizados e qualquer forma de vazamento. Caso haja algum incidente de segurança que possa acarretar dano ao titular da informação, a empresa é obrigada a comunicar à pessoa e ao órgão competente.

A redação prevê uma série de direitos ao titular, que pode solicitar acesso às informações que uma empresa tem dele – incluindo a finalidade, a forma e a duração do tratamento – e se houve uso compartilhado com algum outro ente e com qual finalidade. Também é possível requisitar a correção de um dado incompleto, a eliminação de registros desnecessários ou excessivos e a portabilidade para outro provedor de serviço. Ou seja, o usuário de uma conta de e-mail pode ter todas as suas mensagens, caso deseje abrir conta em outro serviço deste tipo. O titular também pode solicitar a revisão de uma decisão automatizada baseada em seus dados, como uma classificação para obtenção de crédito, por exemplo.

Fiscalização e órgão regulador

O relatório de Silva propõe a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, que ficará responsável pela edição de normas complementares e pela fiscalização das obrigações previstas na lei. Essa autoridade terá poder, por exemplo, para exigir relatórios de impacto à privacidade de uma empresa, documento que deve identificar como o processamento é realizado, as medidas de segurança e as ações para reduzir riscos. Ou seja, se o órgão suspeitar que em alguma empresa há risco de problemas no tratamento dos dados, o relatório reúne informações necessárias para uma primeira apuração. Pode também fazer uma auditoria, em que se verifique no local da empresa se o manejo dos dados está sendo realizado corretamente.

Se constatar alguma irregularidade em qualquer atividade de tratamento, a autoridade pode aplicar uma série de sanções, entre as quais está prevista multa de até 2% do faturamento da empresa envolvida, com limite de R$ 50 milhões, o bloqueio ou eliminação dos dados tratados de maneira irregular e a suspensão ou proibição do banco de dados ou da atividade de tratamento. O substitutivo também institui o Conselho Nacional de Proteção de Dados, formado por 23 representantes do Poder Público, da sociedade civil, de empresas e de instituições científicas e tecnológicas. O colegiado tem como atribuições propor diretrizes estratégicas sobre o tema e auxiliar a autoridade nacional.

Apoios

O PLC (lei sobre proteção de dados pessoais) tem apoio de diversas entidades, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e a Coalizão Direitos na Rede, que reúne entidades de defesa de direitos dos usuários de internet. Mas encontrava resistência em organizações do ramo financeiro, como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional de Seguradoras.

“Este projeto (lei sobre proteção de dados pessoais) é fundamental para o desenvolvimento da economia digital no Brasil porque ele alcança equilíbrio entre a proteção do direito do cidadão em um arcabouço que ajude as empresas a inovarem”, avaliou a diretora jurídica da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

“Essa discussão contou com dezenas de entidades da sociedade civil, mas também com inúmeras entidades do setor empresarial, que entenderam que a proteção de dados é princípio que deve ser garantido na legislação brasileira”, comentou Marcos Urupá, do Coletivo Intervozes, entidade integrante da Coalizão Direitos na Rede, que reúne organizações de defesa de direitos dos usuários.

“A nova lei de proteção de dados representa um necessário avanço e traz benefícios à sociedade e à economia do país. Traz mais segurança jurídica e proteção aos cidadãos e abre oportunidades para novos negócios”, afirma Leonardo Palhares, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Com informações da Agência Câmara.

Fonte: http://tiinside.com.br/tiinside/home/internet/10/07/2018/senado-aprova-projeto-de-lei-sobre-protecao-de-dados-pessoais/?noticiario=TI&&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TI+INSIDE+Online+-+10%2F07%2F2018+22%3A38

 

lei sobre proteção de dados pessoais

 

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Lojas virtuais limitando localidades de entrega

Lojas virtuais limitando localidades de entrega

Sim, lojas virtuais estão cada vez mais limitando as localidades de entrega. Não que elas estão escolhendo apenas mercados melhores, mas sim estão restringindo entregas a lugares piores, seja em termos de segurança e até mesmo indisponibilidade de de serviços de entrega, que estão se negando a atuar em determinadas regiões.

Embora isso não seja nenhuma novidade, os Correios já recusam entrega na porta em várias regiões, bairros críticos em cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Enviando apenas um telegrama para a pessoa comunicando que existe mercadoria a ser retirada no centro de distribuição.

Inclusive saiu na grande mídia alguns casos de caminhões inteiros dos correios sendo sequestrados e tendo suas mercadorias todas transbordada para outro veículo de transporte, em plena luz do dia… Então é absolutamente normal que as transportadoras pensem duas vezes antes de aceitar uma entrega em determinadas regiões.

Hoje lia a notícias que um grande magazine, digo Ricardo Eletro, decidiu restringir sua atuação na cidade Rio de Janeiro, não realizando mais entregas para a Zona Norte.

De acordo com a jornalista Maria Luiz Filgueiras, a rede de eletrodomésticos e eletrônicos adotou a medida por conta dos roubos de mercadorias sofridos.

Quem perde é a sociedade, porém é a mesma sociedade que se rende e se cala com medo da bandidagem. A sociedade tem parte importante com cúmplice  ao ponto que chegamos.

Na plataforma Loja Mestre é possível limitar locais de atendimento, recurso padrão em todos os planos.

Lojas virtuais limitando localidades de entrega

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E-commerce deve crescer 13% no Natal

E-commerce deve crescer 13% no Natal, diz Ebit

O e-commerce deverá faturar R$8,7 bilhões no Natal de 2017, crescimento nominal de 13% ante ao mesmo período do ano anterior, aponta projeção da Ebit. A expectativa é de crescimento de 11% no número de pedidos, de 16,6 milhões para 18,4 milhões, enquanto o tíquete médio apresentará uma tímida elevação de 2%, de R$ 463 para R$ 471.

Para este levantamento, a empresa considera as vendas estimadas para o e-commerce no período de 15 de novembro a 24 de dezembro, incluindo o período da Black Friday. “O faturamento da Black Friday deverá corresponder a quase 25% do total estimado para o Natal neste ano. A Black Friday vem se consolidando no calendário do varejo ano a pós ano e, com isso, ganha cada vez mais relevância dentro da estratégia das empresas para o Natal”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

A tímida expansão do tíquete médio, de acordo com Guasti, é um reflexo dos descontos praticados durante a Black Friday e da queda de preços na cesta de produtos do comércio eletrônico, medida pelo Índice FIPE Buscapé.

“Os preços do e-commerce estão registrando deflação há 12 meses consecutivos. Mantida esta tendência em dezembro, o índice deverá fechar 2017 com retração de 2,5%. Para o e-commerce, esse é um dado muito relevante, pois mostra que a alta no faturamento está apoiada no volume de pedidos. O consumidor está vindo cada vez mais para o e-commerce e comprando com mais recorrência”, explica.

O crescimento estimado para o período do Natal está em linha com o previsto pela Ebit para o segundo semestre de 2017. “No Webshoppers 36 apontamos uma alta de 12% a 15% para o segundo semestre, capitaneado pelas três grandes datas do calendário do varejo, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Se o Natal for bom como o mercado está esperando, nosso crescimento deverá voltar a ser de dois dígitos”, disse.

Confira as subcategorias e produtos que devem ser os mais vendidos (em volume de pedidos) neste ano:

1) Bonecas
2) Cafeteira
3) Camisa Esportiva
4) Camiseta Masculina
5) Celular e Smartphone
6) Cobre-Leito
7) Fogão
8) Jogo de Cama
9) Jogo de Panelas
10) Jogos de Vídeo Game
11) Livros
12) Perfume
13) Pneu de Carro
14) Relógio de Pulso
15) Sandálias Femininas

 

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/e-commerce-deve-crescer-13-no-natal-diz-ebit/

E-commerce deve crescer 13% no Natal

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DECRETO Nº 7.962, DE 15 DE MARÇO DE 2013

Art. 1o  Este Decreto regulamenta a Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990, para dispor sobre a contratação no comércio eletrônico, abrangendo os seguintes aspectos:

I – informações claras a respeito do produto, serviço e do fornecedor;

II – atendimento facilitado ao consumidor; e

III – respeito ao direito de arrependimento.

Art. 2o  Os sítios eletrônicos ou demais meios eletrônicos utilizados para oferta ou conclusão de contrato de consumo devem disponibilizar, em local de destaque e de fácil visualização, as seguintes informações:

I – nome empresarial e número de inscrição do fornecedor, quando houver, no Cadastro Nacional de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda;

II – endereço físico e eletrônico, e demais informações necessárias para sua localização e contato;

III – características essenciais do produto ou do serviço, incluídos os riscos à saúde e à segurança dos consumidores;

IV – discriminação, no preço, de quaisquer despesas adicionais ou acessórias, tais como as de entrega ou seguros;

V – condições integrais da oferta, incluídas modalidades de pagamento, disponibilidade, forma e prazo da execução do serviço ou da entrega ou disponibilização do produto; e

VI – informações claras e ostensivas a respeito de quaisquer restrições à fruição da oferta.

Art. 3o  Os sítios eletrônicos ou demais meios eletrônicos utilizados para ofertas de compras coletivas ou modalidades análogas de contratação deverão conter, além das informações previstas no art. 2o, as seguintes:

I – quantidade mínima de consumidores para a efetivação do contrato;

II – prazo para utilização da oferta pelo consumidor; e

III – identificação do fornecedor responsável pelo sítio eletrônico e do fornecedor do produto ou serviço ofertado, nos termos dos incisos I e II do art. 2o.

Art. 4o  Para garantir o atendimento facilitado ao consumidor no comércio eletrônico, o fornecedor deverá:

I – apresentar sumário do contrato antes da contratação, com as informações necessárias ao pleno exercício do direito de escolha do consumidor, enfatizadas as cláusulas que limitem direitos;

II – fornecer ferramentas eficazes ao consumidor para identificação e correção imediata de erros ocorridos nas etapas anteriores à finalização da contratação;

III – confirmar imediatamente o recebimento da aceitação da oferta;

IV – disponibilizar o contrato ao consumidor em meio que permita sua conservação e reprodução, imediatamente após a contratação;

V – manter serviço adequado e eficaz de atendimento em meio eletrônico, que possibilite ao consumidor a resolução de demandas referentes a informação, dúvida, reclamação, suspensão ou cancelamento do contrato;

VI – confirmar imediatamente o recebimento das demandas do consumidor referidas no incisopelo mesmo meio empregado pelo consumidor; e

VII – utilizar mecanismos de segurança eficazes para pagamento e para tratamento de dados do consumidor.

Parágrafo único. A manifestação do fornecedor às demandas previstas no inciso V do caput será encaminhada em até cinco dias ao consumidor.

Art. 5o  O fornecedor deve informar, de forma clara e ostensiva, os meios adequados e eficazes para o exercício do direito de arrependimento pelo consumidor.

§ 1o O consumidor poderá exercer seu direito de arrependimento pela mesma ferramenta utilizada para a contratação, sem prejuízo de outros meios disponibilizados.

§ 2o O exercício do direito de arrependimento implica a rescisão dos contratos acessórios, sem qualquer ônus para o consumidor.

§ 3o O exercício do direito de arrependimento será comunicado imediatamente pelo fornecedor à instituição financeira ou à administradora do cartão de crédito ou similar, para que:

I – a transação não seja lançada na fatura do consumidor; ou

II – seja efetivado o estorno do valor, caso o lançamento na fatura já tenha sido realizado.

§ 4o O fornecedor deve enviar ao consumidor confirmação imediata do recebimento da manifestação de arrependimento.

Art. 6o  As contratações no comércio eletrônico deverão observar o cumprimento das condições da oferta, com a entrega dos produtos e serviços contratados, observados prazos, quantidade, qualidade e adequação.

Art. 7o  A inobservância das condutas descritas neste Decreto ensejará aplicação das sanções previstas no art. 56 da Lei no 8.078, de 1990.

Art. 8o  O Decreto no 5.903, de 20 de setembro de 2006, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 10.  ………………………………………………………………

Parágrafo único. O disposto nos arts. 2o, 3o e 9o deste Decreto aplica-se às contratações no comércio eletrônico.” (NR)

Art. 9o  Este Decreto entra em vigor sessenta dias após a data de sua publicação.

Brasília, 15 de março de 2013; 192º da Independência e 125º da República.

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